Janela com cortina e persiana onde um lado aparece novo e o outro levemente desgastado, em ambiente neutro contemporâneo

Cuidados e Manutenção

Nem todo problema pede uma cortina nova — mas alguns pedem, e vale saber diferenciar

É comum considerar troca completa assim que algo para de funcionar direito, mesmo quando o problema é pontual e resolvível. Alguns critérios práticos ajudam a decidir sem gastar mais do que necessário.

Como decidir

  • Costuma valer o conserto

    Problema pontual de mecanismo (motor, trilho, corrente), mancha ou mofo tratável, peça relativamente nova com dano isolado.

  • Costuma valer a troca

    Tecido com múltiplos danos acumulados (manchas irreversíveis, ressecamento, rasgos), peça muito antiga com mecanismo obsoleto, ou mudança de projeto e decoração que torna o modelo atual incompatível com o novo ambiente.

  • Um erro comum

    Trocar a peça inteira por um problema que seria resolvido só com ajuste ou limpeza profissional — antes de decidir por conta própria, uma avaliação rápida evita gasto desnecessário.

Cuidado que faz diferença

Avaliação profissional antes da decisão evita tanto o gasto desnecessário de trocar algo consertável, quanto o retrabalho de consertar algo que já não vale mais a pena.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

Como saber se vale mais a pena consertar do que comprar uma nova?

Depende do tipo de dano, da idade da peça e do custo do reparo comparado ao de uma peça nova — uma avaliação rápida costuma esclarecer isso rapidamente.

Vocês fazem avaliação antes de decidir entre conserto e troca?

Sim, a avaliação faz parte do atendimento antes de qualquer recomendação.

Na dúvida entre consertar e trocar? Mostre a peça pra LUME — a avaliação vem antes da recomendação.

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